Pare e Pense: Doe Vida

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Coração, pulmões, rins, pâncreas, fígado, intestino delgado, córneas, pele, ossos e cartilagens. Somando todos esses órgãos, um único doador pode ajudar até 14 pessoas. Hoje no Brasil, a fila de espera por um órgão ou tecido tem mais de 60 mil pessoas, que podem aguardar até seis anos para chegar sua vez. A situação é delicada para os dois lados. Tanto para quem espera receber um órgão quanto para quem perdeu um familiar e é abordado pela equipe de captação de órgãos.

Qualquer pessoa pode ser doador de órgãos e tecidos, independentemente da idade. Há restrição apenas para quem teve alguns tipos câncer, pois a doença pode se desenvolver no receptor. “Todos somos potenciais doadores. Quem sofreu um infarto não pode doar o coração, mas os outros órgãos sim. O importante é ter a vontade de colaborar e manifestá-la em vida”.

É preciso olhar sob o ponto de vista do paciente em fila de espera. Tente sentir a angustia de um dia após o outro, aguardando o telefone tocar com a possibilidade de um doador.

Conviva com a deficiência de um órgão frágil, do qual depende sua vida, definhando enquanto se espera.

Adicione a isso o sofrimento da família, diante da incapacidade de oferecer ajuda capaz de cessar com o sofrimento do ente. Conseguiu imaginar?

PARE E PENSE: A partir dessa perspectiva, as pessoas atentem para a importância da doação de órgãos, um simples gesto de avisar aos seus familiares sobre sua vontade em ser doador de órgãos e tecidos, pode mudar a vida de outras pessoas para sempre.

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